EU NÃO ADMITO.

Eu não admito não te ver mais uma vez.

Eu não admito não sorrirmos juntos novamente.

Eu não admito não poder viver tudo outra vez.

Eu não admito não estar em teus braços.

 

Eu não admito que esteja feliz sem mim.

Eu não admito que destrua meus sonhos.

Eu não admito que me despreze.

Eu não admito que minta pra mim.

Eu não admito que me apague da sua vida.

 

Eu não admito que se esqueça de nossos momentos.

Eu não admito que não consiga fazer o mesmo contigo.

Eu não admito sentir sua falta.

Eu não admito chorar por você.

Eu não admito que apenas eu sofra.

 

Eu não admito não te superar.

Eu não admito ainda te amar.

Eu não admito não te odiar.

Eu não admito. Eu não admito!

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Afinal, Quem é você?

Eu viveria de novo aquele momento, em janeiro eu me lembro. Eu ia te dizer, não tenho dúvida, você é minha única certeza! (Como se fosse ontem – NX Zero)

É como diz, eu viveria de novo. Não mudaria nada do que aconteceu! Cada momento em JANEIRO. Foi especial, como nunca tinha sido. Tudo de repente fazia sentido. Você estava lá comigo. Você era tão gentil. O que eu esperei e sonhei por meses, estava acontecendo! Era muito melhor do que eu queria! Eu tinha um novo amor, e era correspondido!

Hoje, FEVEREIRO, MARÇO, ABRIL… Cadê você? Vivendo sua vida, como se os momentos que passamos juntos nunca tivessem acontecido. Ou como se simplesmente não tivesse feito diferença pra você. E eu sei que fez! Seu olhar te denunciava. Mas você age como se não! A verdade é que você tem medo de admitir, de se apegar. E transmite para os outros que não está sentindo minha falta.

As poucas vezes que nos falamos depois daquilo, você foi estúpido, grosso e ignorante. Como se nós nos odiássemos desde criança. Como se eu fosse aquele patinho feio que fica no seu pé. Ou como se eu fosse uma desconhecida que esbarra em você na rua. Mas como isso?

Foi então que hoje eu cheguei à conclusão. Será que era você? Pra mim são duas pessoas completamente diferentes. São dois de você. São duas pessoas, duas personalidades, apensa com a fisionomia em comum.

São dois. Aquele que eu sou apaixonada. Aquele que ao me lembrar meu coração dói de tantas saudades. Que quando eu olho as fotos, eu posso fechar meus olhos e reviver nas minhas lembranças. Aquele que ainda me faz lembrar como eu me senti feliz. Aquele que sorria quando eu sorria. Que me fazia rir. Que estava sempre ao meu lado. Que quando me abraçava fazia meu coração delirar.

E o segundo. Ah o segundo! Como eu o odeio! Sempre o odiei. Nunca nos demos bem. Eu sempre odiei o jeito de ele ser arrogante. De achar que a solução dos seus problemas é fugir dos outros. De não querer admitir seus sentimentos. De pisar e quebrar meu coração em pedaços. Que não é capaz de perguntar se estou bem. Aquele que eu tenho nojo só de olhar para sua foto.

Por isso que pra mim, simplesmente não pode ser você. Não pode ser a mesma pessoa. Como alguém pode ser tão amável em um momento, e em outro ser um monstro que ninguém quer chegar perto? Por favor, não me diga que é o mesmo garoto. Me diga que aquele garoto que eu amo existe, e que eu posso ignorar esse outro que eu ao menos nem conheço. Por favor! Me diga que são dois, e que eu posso ser feliz com o primeiro!

Beta

Toc Toc! Sou o ciúmes e quero entrar!!!

Não sei se o ciúmes pode estar associado ao medo. Talvez você sinta ciúmes de uma pessoa por medo de perdê-la. Há pessoas que dizem: “Se você possuiu medo de perder alguém, é porque na verdade você não se garante.” Como controlar esse sentimento? Será que podemos nos livrar dele? Alguém pode afirmar que não sente ciúmes da pessoa amada? Como fazem as pessoas que são por natureza possessivas?

Quantas vezes me peguei olhando para você. Se estava conversando com alguma menina, eu imediatamente tratava de ligar todos os meus sentidos. Meus olhos, discretamente tentavam captar cada movimento que seus corpos faziam. Eu até tentava fazer uma leitura labial. Meus ouvidos, como eu queria poder ouvir o que tanto vocês conversavam! E claro, eu ainda tinha que manter aquela pose de “estou nem aí”.

Eu ficava atenta a cada movimento seu. A cada brincadeira que você fazia com outra. Cada vez que sorria e pensava no quanto eu queria que estivesse comigo! Não é que você não possa ficar perto de outra pessoa. Eu poderia escolher as pessoas com quem você vai conversar? Poderia determinar quantas horas você vai passar ao lado de outra pessoa?

O que sei, é que se você aplica uma dose exagerada de ciúmes, você acaba estragando tudo! Mas, eu acho que se você tem um pouco de ciúmes de uma pessoa é porque ela é importante para você.

Eu sei que às vezes se tornava ridículo. Eu chego a desconfiar de qualquer menina que ficava ao seu lado. Nesses momentos pensamos que não temos culpa de sentir ciúmes. A verdade é que, eu me sentia um pouco ameaçada sim! Não era medo de não ser suficiente. E sim, de você gostar muito de outra pessoa. O pior era sentir esse ciúme mesmo não tendo nada com você. Uma pessoa que não tem nada com outra têm o “direito” de sentir ciúmes?

Sabem aquela frase que diz: “Eu queria ser uma mosca para poder ver”? Era exatamente o que eu queria em certos momentos. Chego à conclusão que, eu conheço um pouco você! Esse meu “ciuminho” tinha certo fundamento. Eu sei que você dá “trela” para as outras. Isso faz sentido para vocês, leitoras?

O ciúmes é só por nossa causa? Duvido muito que os meninos não tenham uma participação nisso! Quando você está em um relacionamento, o ciúmes está ligado a confiança. Se eles passassem confiança talvez não sentiríamos ciúmes. Ou pelo menos, muito ciúmes (risos). Se fica de conversinha com outra, cheio de intimidade, como não se intimidar com isso?

Até quando o ciúmes pode ser considerado normal? Tudo depende da dose que você estabelece! Tudo em exagero é veneno! Acredito que também é assim em relação ao ciúmes. Por isso meninas, vamos maneirar nele, ok? Começando por mim.

Alfa.


O que eu faço com essa MALA? (Cinema Frustrado)

Você está super ansiosa para vê-lo, nem faz tanto tempo assim que o viu mas já está morrendo de saudades. O que fazer nessas horas em que você está com tanta saudade que fica repetindo para si mesmo “eu só quero vê-lo, só mais uma vez”? Nessas horas, ter a galera toda como amigos em comum dele é uma ótima opção (risos). Pois é gente vou contar um fato que rolou com a Alfa e a Beta simultaneamente.

Eu não consegui me conter e fiquei cheia de expectativas. Garotas, primeira coisa que temos que aprender por mais que não seja fácil: NÃO DEVEMOS CRIAR EXPECTATIVAS! Se as coisas não ocorrem como a gente quer ou andou sonhando… Ficamos frustradas!

A galera toda resolveu ir no shopping. Bom, preciso comentar o fato que o shopping era muito longe da minha casa e detalhe, tive que pegar três ônibus para chegar lá, ou seja, para vê-lo, e não estava afim de ter todo esse trabalho pra nada. Fala sério! Bom, fomos as primeiras a chegar até que ele surge, só que aí veio a ironia da história toda: uma mulher que trabalha junto com seu pai de entendeu de alguma maneira que ela havia sido convidada. Será que ela não pensou que talvez seu convite tinha se extraviado pelo caminho? Ou talvez o fato dela ser UM POUQUINHO MAIS VELHA, ou a auto-estima dela está tão bem que ela achou que ia se encaixar perfeitamente com o nosso grupinho? Também temos outra opção: ELE PRECISAVA DA BABÁ POR PERTO! Não sei se é pelo fato dele ter 18 anos, pelo fato de já ter viajado sozinho para os Estados Unidos… Não sei se por essas coisas eu acho que ele NÃO precisava de uma babá, NÃO naquele momento! Simplesmente ter aquela visão: dela ao seu lado. Não, EU NÃO ESPERAVA. Cadê as câmeras? Não pensei que esse lance de pegadinha era tão bem feito!

Primeira vez que estava no cinema “com ele”, e é claro que eu queria sentar do lado dele.  O que vocês acham que aconteceu? ELA, a sua querida babá, sentou ao seu lado. Afinal, vai que no meio do filme ele fica com medinho (e não era de terror), mais ele precisa dela, claro! Ainda bem que o filme era bom (risos).

O final da noite chegou e agora era o momento da despedida. Não, eu não gosto dessa parte! Eu lembro que ele mora longe, lembro que vou ficar com saudades… Enfim, ele não me deu tchau! É gente, ele, sua babá e seus irmãos, deram um tchauzinho de longe. OK! Agora posso matá-lo? Ou matá-la (deixa eu colocar a culpa na babá). O que custava ele vir da um tchau, um simples beijinho no rosto, ou que deve essa porcaria de tchau, só que de perto . Tinha que dar esse tchau FRIO E DISTANTE?

Eu sei meninas, o meu “elemento X” é meio estranho mais mesmo assim consegui gostar dele! Bom, esse dia foi de grandes lições mesmo. Eu lembrei daquela famosa e verdadeira frase: “Nem tudo é como a gente quer!” ou “Nem sempre querer é poder!” Eu não senti que a noite foi perdida, porque apesar de tudo o que aconteceu, apesar das coisas não saírem como o conto de fadas que eu esperava, apesar de ele ter pisando na bola (suspiro chateado), e das surpresas inesperadas; só de vê-lo, me senti feliz! Não super satisfeita porque sempre queremos mais! (aliás isso será outro post, morram de curiosidade).

E apesar da mala ter aparecido não posso colar toda a culpa nela, afinal, eu acho que quando um garoto quer alguma coisa ele corre atrás! Quando a gente quer alguma coisa, corremos atrás! Claro que no estado em que eu estava, descontei a maioria da minha raiva e frustração nela, coitada! Fiquei repetindo aquela noite inúmeras vezes, pensando em como ele poderia ter sido diferente, em o que eu poderia ter feito para que as coisas saíssem do meu jeito, mais nem tudo depende de mim, não é?

Ao chegar em casa, eu só queria uma coisa… Me jogar na cama e dormir logo, assim provisoriamente não pensaria em nada!

 

Alfa.